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Wednesday, July 29, 2009

Exposição no Museu Grão Vasco de Viseu



O museu Grão Vasco de Viseu inaugurou uma exposição alusiva ao 11 de Setembro do pintor Pedro Albuquerque. O pintor construiu duas dezenas de painéis da tragédia em Nova Iorque que mudou o mundo.
A exposição teve a presenca do vereador luso-americano de Newark, Augusto Amador, membros do Centro Cultural "Os Serranos"- USA e muitos emigrantes que encontravam de ferias em Portugal na altura da exposição.
A exposição vai se encontra-se na Camara Municipal de Newark em Março 2010 para ocasião dos 25 anos do Centro Cultural "Os Serranos"- USA.


(escultura de metal que representa as Torres Gemeas e o Tabuleiro da vida)
(clique para ampliar imagem)

Sobre o Pintor
Pedro Albuquerque incia a sua pintura aos vinte anos. Antes apenas lhe intressava o desenho e, por isso, pode-se considerar esta fase como sendo o seu primeiro periodo.
Atraido no inicio pela corrente surrealista nos seus modos de expressao, intenda na pintura e so depois de entender o sentido do desenho, descobre os seus recursos noutra forma de arte-o informal.
Nois dois periodos que se seguem, altera o seu nome por obrigatoriedade do destino para o pseudonino EUS (1997-2005). A fase actual medeia-se por elementos novos e esquemas figurativos que evocam uma outra espressao, como que surpreendidos por se encontrarem ali, mas sempre reclamando.
O caracter indeterminado destes elementos, obriga-o a responder ao capricho da sua mão, subitamente liderada de toda a exigencia ai recusar usar pinceis.
Com uma brutalidade alegre e franca, a sua pintura brota de uma epiderme, não para arrancar o seu drama final, mas sim para por a prova a sua resistencia. E o seu periodo gestual.

Desde entao, a sua pintura conjuga-se em diferentes modos de violencia execerida sobre temas como: cristos, cães, quixotes e multitudes, tocando mesmo o abstraccionismo racional. Mais que os temas, trata-se de outros campos que o artista cre numa superficie semblante da materia nos indecifraveis e nos submerge numa atitude de sonho e de contemplacão interrragativa.
Este desdobar, encaixa-se no nosso visual permitindo-nos fraccionar toda a sua tentacao ao expressar-nos a sua colera gestual com absoluta radicalidade.
A sua trajectoria demonstra aquilo que esta em jogo, a que chamamos Arte, essa actividade do pensamento com que os homens, na alegria e na dor, afrontam desafiantes o seu destino.



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